A HOTMILK, ecossistema de inovação da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), alcançou a marca de 161 startups ativas, que juntas empregam cerca de 5 mil colaboradores e projetam um faturamento conjunto de R$ 667 milhões em 2026, crescimento de 16% em relação a 2025.
Os números reforçam a maturidade do hub e o papel estratégico da universidade na formação de negócios escaláveis, com impacto direto na economia regional e nacional.
Esse avanço também se reflete no reconhecimento nacional do ecossistema. A HOTMILK acaba de ser destacada como um dos Top 5 Ecossistemas de Inovação que mais cresceram no Brasil e figura entre os Top 10 Ecossistemas de Destaque Nacional no Ranking 100 Open Startups – Edição Especial Campeãs da Década, levantamento que celebra os 10 anos do principal ranking de inovação aberta da América Latina.
O reconhecimento destaca organizações que foram decisivas, ao longo da última década, na criação de conexões estratégicas, no fortalecimento do empreendedorismo e na geração de negócios entre startups, universidades e grandes corporações.
Atuando como um elo entre academia, mercado e capital, a HOTMILK oferece programas de aceleração, tração, corporate venture e inovação aberta, apoiando startups em diferentes estágios de desenvolvimento. Além da aceleração de startups, o ecossistema também desenvolve programas de consultoria de inovação dentro de grandes empresas e atua em pesquisa e desenvolvimento (P&D) de novos produtos e serviços por meio da Lei de TICs, ampliando a transferência de conhecimento da universidade para o mercado.
Atualmente, o ecossistema reúne negócios que atuam em áreas como healthtech, agtech, edtech, retailtech, indústria, impacto social e deep tech, ampliando a diversidade e a sofisticação das soluções desenvolvidas no Paraná.
Segundo Marcelo Moura, diretor da HOTMILK, o crescimento do ecossistema reflete uma mudança no perfil das startups e no nível de maturidade dos empreendedores.
“O nosso papel como hub é criar as condições para que boas ideias se transformem em empresas sólidas, com modelo de negócio validado, geração de receita e capacidade real de escalar. Esses números mostram que as startups do ecossistema estão saindo da fase experimental e entrando em um ciclo de crescimento consistente”, afirma.
Além do impacto econômico, o ecossistema também se destaca pela geração de empregos qualificados e pela conexão com grandes organizações. Somente em 2025, a HOTMILK registrou um crescimento de 112% nos investimentos realizados por grandes corporações, reflexo direto da consolidação de alianças estratégicas e da maturidade do ambiente de inovação no estado.
“Quando falamos em 5 mil colaboradores, estamos falando de talentos altamente qualificados, muitos deles formados ou conectados à universidade. A HOTMILK funciona como uma ponte: aproxima pesquisa, inovação e mercado, reduz o risco das startups e acelera decisões estratégicas”, completa Moura.
Com uma atuação que integra pesquisa aplicada, formação de talentos e desenvolvimento de negócios, a HOTMILK consolida o papel da PUCPR como protagonista na agenda de inovação do país.
Ao transformar conhecimento acadêmico em soluções concretas para o mercado, o ecossistema fortalece a competitividade das empresas, impulsiona startups de alto impacto e contribui diretamente para o desenvolvimento econômico e tecnológico do Paraná e do Brasil.