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Encontro ensina como utilizar incentivos fiscais para inovação

Incentivos fiscais inovação Economia PR
Foto: peoplecreations

Curitiba sedia um encontro estratégico para interessados que desejam transformar inovação em vantagem competitiva. No próximo dia 4 de março, das 8h30 às 11h40, o Lactec e o FI Group Brasil promovem o evento “Linhas de Fomento para Inovação” na sede do Lactec, localizada na Av. Comendador Franco, 1341. 

A programação aborda os principais incentivos à inovação — como a Lei do Bem, o Programa Mover, a Lei de TICs e os mecanismos de financiamento da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)  e  Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

Os palestrantes Kelin Regina Bontorin, gerente de negócios (FI Group); Jackeline Bozza, gerente de produtos (FI Group); Carlos Gabriel Bianchin, coordenador Unidade (Lactec) e Edelvicio Souza Junior, coordenador de Redes de Unidades (Embrapii) irão destacar como essas iniciativas impulsionam a competitividade das empresas, fortalecem o ecossistema de inovação e geram impactos positivos para a sociedade. 

“Entender quais são os incentivos disponíveis, o momento da legislação e boas práticas neste sentido, é extremamente importante para pequenas, médias e grandes empresas que desejam inovar com segurança e sustentabilidade”, destaca Henrique Cassitas Duarte, coordenador Comercial do FI Group Brasil, consultoria global especializada na captação de recursos e estruturação de projetos inovadores.

Um dos destaques da programação é a apresentação da Embrapii, organização que conecta empresas a centros de pesquisa altamente qualificados.

O Lactec, anfitrião do evento, é credenciado como Unidade Embrapii em Sistemas Inteligentes e Centro de Competência em Smart Grid e Eletromobilidade (Future Grid).

Carlos Gabriel Bianchin, coordenador da Unidade Embrapii no Lactec, explica as vantagens do modelo:

“A vantagem da empresa usar Embrapii é que o investimento é parcialmente custeado de forma não-reembolsável, o que torna viável a inovação com alta qualidade nos resultados. Dependendo do tipo de associação – como contratos com Sebrae, Mover ou Aneel – o percentual de participação da Embrapii pode chegar a 90% não-reembolsável”, esclarece.

O coordenador ressalta ainda que o modelo permite agilidade e desburocratização:

“Diferentemente de outros mecanismos, na Embrapii não se aprova apenas o projeto, mas a instituição, que precisa estar previamente habilitada – como é o caso do Lactec. Isso significa que seu projeto é iniciado imediatamente”, detalha.

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