A Ligga Telecom participa do Smart City Expo Curitiba 2026 com uma agenda voltada à discussão sobre o papel da conectividade na construção de cidades mais eficientes, inclusivas e sustentáveis. Durante os três dias de programação, a companhia referência em telecomunicações no Paraná, apresenta projetos e integra painéis que abordam desde infraestrutura digital até iniciativas de ESG aplicadas ao ambiente urbano.
A presença da Ligga, pela quarta vez consecutiva, reforça seu posicionamento de conectividade como base para a modernização dos serviços públicos e para o desenvolvimento das cidades.
“Em um cenário em que a gestão urbana passa a operar de forma cada vez mais integrada e orientada por dados, a infraestrutura do setor de telecomunicações assume um papel estratégico para garantir eficiência, escala e acesso da população aos serviços essenciais”, afirma Sócrates Gomes, diretor Comercial da operadora.
A primeira agenda da empresa no evento será na quinta-feira (26), quando a Ligga apresenta o case “Wi-Fi Livre SJP: Conectividade como política pública para cidades inteligentes”, com mediação de Humberto Sartini, gerente executivo de Engenharia e TI, às 15h.
O painel reúne Rafael Rueda Muhlmann, Secretário de Inovação, Modernização e Transformação Digital de São José dos Pinhais; Thadeu Ferreira Christ de Menezes, gerente de Desenvolvimento de Negócios da Omada by TP-Link; e Reinaldo Guerra, Head Governo e Enterprise da FiberX.
No último dia, a companhia também participa de outras duas discussões simultâneas, às 11h30: a palestra “Sua conectividade não pode parar! O impacto da cibersegurança nos serviços públicos”, com Gustavo Reikdal, coordenador de Produtos da Ligga e Alexandre Guber Kroetz, especialista de Produtos da Ligga; e o painel “Do Resíduo à Cidade Inteligente: ESG, Educação e Segurança na Construção do Futuro Urbano”, com Vinicius Colao, gerente executivo de Operações da Ligga, Theodoro Lipinski Neto, CEO da ZWB Brasil e Ana Gabriela Simões Borges, superintendente do Instituto GRPCOM.
Para Sócrates, o avanço das cidades inteligentes depende de uma visão integrada entre infraestrutura e gestão:
“A discussão sobre cidades inteligentes precisa sair do campo conceitual e avançar para aplicações práticas. É isso que mostramos no Smart City Expo, com iniciativas que conectam infraestrutura, sustentabilidade e inclusão digital para melhorar o funcionamento das cidades e a experiência dos cidadãos”.