Emagrecer pode significar muito mais do que ver um número menor na balança. Para muita gente, significa também descobrir que as roupas que estavam no armário simplesmente não servem mais.
E isso já começa a aparecer nos números do varejo.
Uma pesquisa da PwC realizada nos Estados Unidos com mais de 3 mil consumidores encontrou um dado especialmente interessante: 73% dos usuários atuais de medicamentos GLP-1 pesquisados relataram uma mudança relevante no tamanho das roupas.
E não ficou apenas na intenção de compra.
Segundo a análise de dados transacionais feita pela consultoria, depois de seis a oito meses de uso desses medicamentos, os gastos com vestuário aumentaram 9,9%. Entre os usuários atuais pesquisados, 26% disseram estar gastando mais com roupas.
Outro levantamento, realizado pelo Boston Consulting Group com mais de 1.500 usuários de GLP-1 em nove mercados, encontrou consumidores planejando aumentar seus gastos em categorias como roupas casuais, calçados e roupas esportivas.
É importante fazer uma ressalva: são pesquisas internacionais e não significam que o consumidor brasileiro apresentará exatamente o mesmo comportamento.
Mas colocam uma oportunidade interessante diante do varejista brasileiro.
Se milhões de consumidores mudam de peso, milhões de peças podem precisar ser substituídas.
E é aí que a conversa deixa de ser sobre emagrecimento e passa a ser sobre vendas.
O consumidor precisa de roupas. O varejo pode ajudá-lo a comprar.
Imagine uma cliente que perdeu 15 quilos.
A calça não serve mais. A camisa ficou grande. O vestido perdeu o caimento. A roupa de trabalho precisa ser substituída. Talvez até as peças compradas há poucos meses já precisem de uma nova numeração.
Essa consumidora pode entrar em uma loja, escolher R$ 2 mil em roupas e encontrar uma barreira bastante conhecida pelo varejo:
Ela quer comprar, mas não tem R$2 mil disponíveis no limite do cartão.
A demanda existe.
A intenção de compra existe.
O problema passa a ser capacidade de compra.
É justamente aí que o crediário próprio pode deixar de ser uma forma antiga de parcelamento para se transformar em uma poderosa ferramenta comercial.
Por que deixar o limite do cartão determinar quanto seu cliente pode comprar?
Durante anos, o varejo transferiu grande parte dessa decisão para bancos, bandeiras e emissores de cartão.
Se o cliente tem limite, compra.
Se não tem, reduz a compra, procura outra alternativa ou simplesmente adia.
Mas varejistas com escala, relacionamento recorrente com seus consumidores e capacidade de capital podem criar uma alternativa: financiar seus próprios clientes por meio de uma operação estruturada de crediário.
Isso não significa abandonar o cartão.
Significa não depender exclusivamente dele.
O varejista passa a ter a possibilidade de conhecer sua própria base, estabelecer políticas de crédito, definir limites, prazos e condições e utilizar o financiamento como parte de sua estratégia comercial.
Para o consumidor que precisa renovar o guarda-roupa, isso pode significar mais poder de compra.
Para o varejista, pode significar uma venda maior que talvez não acontecesse nas mesmas condições utilizando apenas os meios tradicionais de pagamento.
O crediário próprio também pode gerar resultado depois da venda
Existe ainda uma segunda oportunidade.
Quando o varejista parcela uma venda no cartão, a infraestrutura financeira daquela transação pertence a terceiros.
Quando cria uma operação própria de crediário, ele passa a participar também da economia financeira dessa relação — assumindo, naturalmente, o capital empregado, os custos operacionais e o risco de crédito.
E é justamente aqui que entra a Bankme.
A Bankme ajuda varejistas a estruturarem a arquitetura financeira necessária para criar ou profissionalizar suas próprias operações de crediário.
Tecnologia, processos, inteligência de crédito e estrutura financeira passam a trabalhar em conjunto para que o varejista possa utilizar seu próprio capital como ferramenta para aumentar o poder de compra dos clientes e potencializar suas vendas.
E há ainda uma terceira dimensão.
Com uma modelagem adequada, as atividades comercial e financeira podem ser organizadas de acordo com suas respectivas naturezas, criando oportunidades de eficiência financeira e tributária, sempre conforme a estrutura jurídica, contábil e tributária aplicável a cada operação.
Ou seja: uma venda que antes terminava no caixa pode passar a fazer parte de uma estratégia muito maior de otimização dos seus resultados financeiros.
Seu cliente emagreceu. Que tal aumentar o tamanho da venda e o seu lucro?
As canetas emagrecedoras podem representar uma das maiores mudanças recentes no comportamento de consumo relacionado ao corpo.
Para o varejo de moda, isso cria uma situação quase óbvia:
roupas que deixam de servir precisam ser substituídas.
Mas demanda não significa necessariamente venda.
É preciso transformar vontade de comprar em capacidade de comprar.
E talvez seja exatamente aí que o crediário próprio volte a mostrar sua força.
O varejista pode continuar esperando que o limite disponível no cartão determine quanto aquele consumidor consegue levar para casa. Ou pode começar a construir sua própria capacidade de financiar clientes, utilizando melhor o capital que já possui.
A provocação para o varejo, portanto, é simples:
Seu cliente está emagrecendo. Por que o limite do cartão deveria limitar o tamanho da sua venda?
Conheça a Bankme e descubra como transformar seu próprio capital em poder de compra para o seu cliente — e em mais oportunidades de venda e lucratividade para o seu negócio.
Bankme. Capital que trabalha. Negócios que crescem.