A LOViZ, empresa paranaense de tecnologia e telecomunicações especializada em soluções digitais que vão de internet banda larga a home security, intensificou a adoção de inteligência artificial (IA) aplicada à gestão, operação e experiência do cliente como parte de sua estratégia para 2026.
Segundo a companhia, o mercado brasileiro de Provedores de Serviços de Internet (ISPs) entrou em uma nova fase, marcada por maior maturidade operacional, desaceleração do ciclo de fusões e aquisições e aumento da pressão sobre margens.
Nesse cenário, eficiência, retenção e qualidade da jornada do consumidor passaram a ser fatores críticos para a competitividade. A avaliação da LOViZ é que indicadores historicamente usados como diferencial, velocidade, estabilidade, preço e benefícios adicionais, foram “nivelados por cima” pelo próprio mercado e já não garantem vantagem sustentável no médio e longo prazo.
“Hoje, praticamente todos os provedores entregam uma boa conexão. A disputa deixou de ser puramente técnica e passou a ser estrutural. A regra do capitalismo fala mais alto: ninguém consegue subir preço sem impacto enorme em vendas. Então a pergunta virou outra: como manter a sustentabilidade financeira sem perder relevância?”, afirma Pedro Reinaldo, CEO da LOViZ.
Como saída para essa questão, a empresa aponta a gestão inteligente, a estratégia omnichannel e o relacionamento contínuo com o cliente como pilares para preservar a base e aumentar o valor ao longo do tempo.
“Para a LOViZ, a inteligência artificial se tornou um elemento estrutural para reduzir atritos, integrar canais de atendimento, antecipar demandas e apoiar decisões operacionais em escala”, detalha o CEO.
A companhia também avalia que a nova dinâmica competitiva impõe uma escolha clara ao setor: manter estruturas dependentes de processos manuais e sistemas legados ou migrar para um modelo orientado por automação contextual, integração de dados e retenção baseada em comportamento.
“Os Provedores de Serviços de Internet que não atualizarem suas arquiteturas de gestão vão sentir dificuldade real para sustentar margens e base ativa. Não é mais uma discussão sobre inovação, é sobre sobrevivência em um mercado mais maduro e menos impulsionado por aquisições”, finaliza Reinaldo.