A The Best Açaí, maior rede de self-service de açaí e sorvetes do mundo, foi reconhecida internacionalmente ao conquistar a 26ª posição no ranking “The Americas’ Fastest-Growing Companies 2026”, elaborado pelo Financial Times em parceria com a Statista. A lista reúne as 300 empresas com maior crescimento de receita nas Américas, considerando o desempenho entre 2021 e 2024.
A presença no top 30 coloca a empresa brasileira entre os principais casos de crescimento acelerado do continente, em um ranking tradicionalmente dominado por companhias de tecnologia e mercados mais maduros, como Estados Unidos e Canadá.
O reconhecimento internacional acontece em um momento estratégico para a companhia, que encerrou 2025 com faturamento recorde de R$ 1 bilhão e projeta crescer cerca de 50% em 2026, com expectativa de atingir R$ 1,5 bilhão em receita.
“Estar entre as empresas que mais crescem nas Américas é uma validação importante da nossa estratégia e da consistência do nosso modelo de negócio. Somos a única empresa brasileira de Food & Beverages listada na publicação. Mais do que crescer rápido, nosso foco sempre foi crescer com estrutura, eficiência e visão de longo prazo”, afirma Sérgio Kendy, sócio-fundador e CEO da The Best Açaí.
O desempenho da rede chama atenção especialmente pelo contexto em que está inserida. O mercado brasileiro de açaí movimentou cerca de R$ 23 bilhões em 2024, segundo a Euromonitor International, com projeção de crescimento anual entre 6% e 8% até 2027.
Ainda assim, o setor de food service enfrenta desafios ligados à desaceleração do consumo, inflação e aumento de custos operacionais.
Na contramão desse cenário, a The Best Açaí vem ampliando sua participação de mercado e acelerando sua expansão física. Em 2025, a rede superou a marca de 800 unidades em operação no Brasil e Paraguai, consolidando-se como uma das maiores redes de alimentação do país.
Para 2026, a meta é atingir 1.000 lojas ativas e avançar na internacionalização, com operações já iniciadas e planejadas também nos Estados Unidos. O plano inclui ainda a comercialização de cerca de 300 novas franquias ao longo do ano, reforçando o franchising como principal alavanca de crescimento.
O avanço da companhia é sustentado por uma estratégia estruturada em quatro pilares: expansão territorial, inovação de produto, fortalecimento operacional e uso intensivo de tecnologia para ganho de eficiência. Parte crucial desse movimento reside na capacidade da rede em ditar e acompanhar tendências de consumo focadas em indulgência e novidade.
A The Best Açaí aposta em um calendário de lançamentos e campanhas de tempo limitado que geram alto engajamento e viralização, explorando desde datas sazonais até sabores que fogem do óbvio no setor, com campanhas de sucesso como as realizadas na Páscoa e outros grandes eventos, que impulsionam novidades e produtos com alto potencial de viralização.
“Nosso modelo de self-service é desenhado para dar poder de escolha total ao cliente. Ele decide se quer algo mais fitness ou uma sobremesa totalmente indulgente”, explica Kendy. “O que nos diferencia é a capacidade de oferecer inovação constante, como as campanhas de produtos quentes no inverno e sabores exclusivos, mantendo a operação atrativa e relevante durante o ano todo, independentemente da sazonalidade tradicional do setor.”
Desde sua fundação, em 2017, a The Best Açaí construiu um modelo altamente escalável, baseado em padronização operacional, logística eficiente e forte apelo de marca. Esse formato tem atraído investidores e empreendedores interessados em negócios com potencial de recorrência e ticket médio consistente.
A estrutura também é suportada pela Amadelli Alimentos, fábrica e distribuidora do grupo, responsável por garantir qualidade e padronização dos produtos em todas as unidades, um fator crítico para sustentar a expansão em larga escala.
A entrada no ranking do Financial Times reforça a ambição da companhia de se consolidar como uma marca global. O movimento acontece em paralelo ao aumento da visibilidade internacional e ao avanço em mercados estratégicos fora do Brasil.
“Ultrapassar R$ 1 bilhão foi um marco importante, mas também representa o início de um novo ciclo. Estamos estruturando a empresa para competir em nível global, ampliando nossa presença e consolidando a marca como referência no segmento”, conclui o CEO.