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PD&I e Novos Negócios do Biopark incentivam iniciação científica

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Foto: Núbia Hauer, assessora de imprensa

O ecossistema do Biopark está presente por meio de vários formatos na comunidade. Um exemplo claro e prático no dia a dia é o programa de iniciação científica, com abertura de editais semestrais, divulgados no site do Biopark Educação.

As oportunidades são destinadas aos estudantes internos, da faculdade, colégio ou Academia Donaduzzi. Além disso, também são desenvolvidos projetos em parceria com empresas que estão no Biopark. A submissão dos projetos ocorre conforme as orientações e requisitos estabelecidos em cada edital.

Após a avaliação e aprovação, o projeto é desenvolvido durante o período previamente determinado, contando com o acompanhamento da área de PD&I.

O envolvimento da área de Novos Negócios está presente, com aproximação e resolução de problemas. A empresa entra em contato com a equipe de Novos Negócios para apresentar sua proposta e iniciar o projeto de desenvolvimento em parceria com os alunos do ecossistema.

Após a definição e estruturação do projeto, o edital é divulgado para que os alunos interessados possam se inscrever e participar da seleção. Os projetos aprovados são desenvolvidos em conjunto pelos alunos, PD&I, e empresa com acompanhamento ao longo de sua execução de todas as áreas envolvidas.

O diretor de Novos Negócios, Hermes Inácio, destaca:

“Toda pesquisa que envolve empresas e aplicação prática no dia a dia para novos produtos e soluções impacta na base e assim se constrói uma base sólida para todos os envolvidos”.

Segundo o analista de controles e indicadores do PDI, Thomas Pastore, os bolsistas participantes realizam as atividades previstas no plano de trabalho, desenvolvido em conjunto pelo orientador.

“São definidos os objetivos, metas, ações e prazos do projeto. Para a execução das atividades, é estabelecida uma carga horária semanal, com acompanhamento e suporte contínuo do orientador ao longo do projeto”.

Como forma de incentivo, os participantes podem receber uma remuneração mensal, definida de acordo com o nível de escolaridade. Também há a possibilidade de participar de projetos de Iniciação Científica de forma voluntária, sem remuneração.

No momento, há mais de 30 projetos em andamento, sendo 15 da Academia e Colégio, 15 da Faculdade e 3 projetos internos da área de PD&I. Ao total, mais de 50 alunos de diferentes escolaridades estão trabalhando no desenvolvimento de projetos, que envolvem desde as áreas da saúde, agronomia, eletrônica, botânica, literatura, artes, biologia, gastronomia, engenharia e computação.

O estudante de Farmácia da Faculdade Donaduzzi, Leonardo Dahmer, explica sobre sua participação no projeto de iniciação científica.

“O objetivo é realizar o desenvolvimento de nanopartículas que aderem à superfície mucosa, construídas por biopolímeros, com a utilização, por exemplo, em colírios, e assim aumentar a performance do fármaco”.

Leonardo ainda explica que os colírios convencionais, quando pingados na região onde devem ser administrados, já perdem uma parte significativa da sua efetividade ao piscar. Por isso, o estudo envolve produtos que aumentem esse tempo e, assim, as nanopartículas controlem a liberação e prolonguem os efeitos.

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