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Nike adota tecnologia criada em Maringá para vender em marketplaces no BR

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Foto: DC Studio/magnific

A chegada da marca amplia a presença do ANYMARKET entre grandes empresas que usam a plataforma para centralizar e escalar operações digitais.

Marketplaces respondem por 70% das vendas digitais

Os marketplaces já respondem por 70% das vendas digitais no Brasil. Nesse cenário, grandes empresas têm ampliado a presença em diferentes canais sem abrir mão de segurança, estabilidade e governança de dados.

A Nike integra agora uma base de clientes que inclui Adidas, Natura, Nestlé, Lacoste, Insider, Assaí e Electrolux. Juntas, essas operações fazem com que cerca de 15% do volume financeiro (GMV) do ecossistema de marketplaces no Brasil passe pela infraestrutura criada em Maringá.

Sistemas legados expõem fragilidades no e-commerce

Em grandes operações de e-commerce B2B, a complexidade multicanal expôs fragilidades em sistemas legados ou generalistas. Entre os problemas estão lentidão na sincronização de catálogos, falhas na atualização de estoque em tempo real e inconsistência de precificação.

Esses problemas geram rupturas e insatisfação no atendimento.

“A escolha de uma operação do porte da Nike ultrapassa a simples contratação de um conector. Trata-se da garantia de que o ganho de escala em novos canais não resultará na perda de controle sobre a operação, sobretudo nos momentos de maior pressão de tráfego. Gargalos de sincronização corroem a margem financeira e a reputação da marca. É essa camada de governança e estabilidade operacional que centralizamos em um único painel conectando mais de 150 marketplaces no Brasil e na América Latina”, explica Victor Cobo, CEO do ANYMARKET.

O hub acumula certidões de nível máximo emitidas pelos próprios canais de venda, como Mercado Livre e Shopee. Os documentos validam o cumprimento de regras de SLA logístico e a capacidade de processamento intensivo.

Datas de pico testam a infraestrutura de TI do varejo

A relevância de infraestruturas resilientes aparece com mais força nos picos de vendas. A Black Friday de 2025 movimentou 8,69 milhões de pedidos apenas na sexta-feira de compras, segundo levantamento da Confi Neotrust.

“Quando o tráfego e as vendas multiplicam em poucas horas, a capacidade de engenharia de software e infraestrutura passam a ser determinantes para o desempenho da operação. Seja pela automação do atendimento via inteligência artificial ou pela atualização simultânea de estoque, a tecnologia atua como a camada invisível de sustentação que protege a margem do negócio e assegura a experiência do consumidor final”, finaliza Victor Cobo.

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