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Quanto custa não automatizar?

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Foto: freepik

Em tempos de constantes avanços tecnológicos, cabe a pergunta: automatizar deixou de ser uma tendência e se tornou uma realidade? Diante das transformações, é válido pensar que o negócio precisa acompanhar as mudanças, desde a operação até os mais variados setores.

Para atingir novos patamares, o empreendedor deve então ser capaz de mecanizar e trazer cada vez mais recursos para dentro da empresa. Mas por quê?

Quando o empresário deixa de automatizar áreas do negócio, passa a enfrentar custos maiores para competir no mercado. Mesmo de forma silenciosa, a falta de investimento em tecnologia gera impactos, como lentidão operacional, perda de produtividade e falhas nos processos. Em um cenário cada vez mais competitivo, ignorar a transformação tecnológica pode comprometer a eficiência da empresa.

Marcas que inovam ganham destaque em performance e obtêm forte vantagem competitiva, justamente pelo entendimento das demandas do mercado – e do quanto ele se modifica constantemente. Ao investir em robôs e tecnologias de inteligência artificial, o empreendedor também gera resultado positivo para o consumidor, que visa gradativamente mais agilidade nas compras.

Vale ressaltar que a chegada gradual das máquinas ao varejo deve ser entendida – e aplicada – como um acréscimo que será aliado aos colaboradores do negócio.

Por maior que seja o investimento feito nos recursos tecnológicos, o lado humano segue (e seguirá) essencial para que as tecnologias possam desempenhar do melhor modo possível. Isso porque as funções profissionais dependem da liderança com visão estratégica e aplicação com empatia para o êxito dentro do empreendimento.

A aplicação direcionada à tecnologia também deve ter seus olhares voltados a quem convive o ambiente corporativo do espaço no cotidiano: os funcionários. Investir neles significa um leque ainda maior de opções de métodos para utilização das ferramentas.

Empresas que mostrarem resistência às atualizações do mercado correm alto risco de se tornarem obsoletas com o passar dos anos. A regra é clara: quem não se movimenta, fica para trás. Para evoluir, o empresário precisa compreender que automação é estratégia, e não somente inovação.

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Erlon Labatut é consultor associado à ABF – Associação Brasileira de Franchising, administrador pela UFPR e Mestre em Eng. Industrial pela UTFPR. Possui larga experiência em múltiplas áreas: mais de 50 empresas atendidas. Erlon possui mais de 20 anos de atuação no setor de negócios e varejo, sendo 14 destes dedicados totalmente ao franchising – sendo uma das maiores autoridades do setor no país. Atuou como coordenador do curso de franchising da ISAE-FGV e também como coordenador do Empretec.

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